Mulher burra não tem conserto…

É triste mesmo. Tenho uma amiga que não toma jeito “nas fuça”. Mas a bichinha sofre demais da conta com um pequeno aí que não vale nada. O cara é um liso, velho que ainda não conseguiu terminar nenhuma facu em que se mete e ainda por cima judia que só da pobrezinha.

Gente, pelamor! Como que dá pra viver assim? E ela é bonitinha, sabe? Se veste bem, já é formada, tem a graninha dela, de vez em quando ela pega o carro do pai pra sair com o bofe… Ela se esforça pra ser uma namoradinha legal. E, off the record, dificilmente ele arrumaria uma mulher assim (veneeeeno! >=D~~~).

Aí, sabe… Ela há uns tempos atrás fazia umas paradas muito chatas. Tipo, traía o cara diretaço e tal. Cada dia era com um diferente que ela saía. Tadinho, nem sei onde que ele arrumou cabeça suficiente pra sustentar tanto chifre :( E assim, o carinha é até legal, mas é sem noção, sabe? Grosseiro e tal. Não tem modos.

Tá. Eu não tenho nada contra os dois. Sabe? Gosta de sofrer, tem vocação pra ser mulher de malandro, tudo bem – eu não tenho :D – só que é aquela coisa… Ela briga com o cara, aí fala um monte de merda, fala mal dele pra Deus e o mundo, escreve horroooooooores no blog, escancara que tá solteira e que tá fazendo e acontecendo. E ele, idem. Posta foto das piriguetes com quem ele tem saído. Gente! É uma baixaria! :S

Enfim, eu na condição de amiga dela fico arrasada, né? Fico com óóóódio dele! Porque, assim… Eu tomo as dores mesmo, sabe? Parto pra porrada :P Se for pra descer do salto, eu desço mesmo! Só que daqui uns dias, eles voltam às boas. E aí? Como ficam os amigos? A família? Como fica o povo que ouvimos tantas e tantas coisas dele? Que pegamos A-B-U-S-O total da criatura? É fogo, olha… Sinceramente, dá vontade de largar de mão.

Aliás, you know what? Não sei por que ainda perco meu tempo com isso :P É que, sei lá, parece que me sobe uma coisa quando eu vejo os nicks direcionados um pro outro de juras de amor eterno. Pior que às vezes eu sinto como se ela fizesse isso de propósito, como que pra atacar os amigos – como eu – que não curtem ele. Como quem diz ‘ei, otário, eu e ele estamos juntos de novo, lalalala…’ Gente, será que só eu que percebo que isso é patético?! No final, isso tudo é conversa pra boi dormir. Cedo ou tarde vai tudo voltar pra baixaria que era – da mesma forma como já aconteceu 28371904725618294 vezes :S

Mulher feia, eu digo, ainda dá pra fazer plástica. Agora, burra…

De alma lavada!

Nem acredito que mandei aquele email! Ainda me pego lendo, relendo e me sentindo o máaaaximo por ter tido coragem de dizer tudo aquilo pra ex. Nossa, como foi gratificante pra mim! Imagino a quantidade de garotas que passam pelo que eu passei, tendo que conviver com o fantasma da ex-namorada de seus namorados. Eu, por causa de uma ex, tô tendo que passar maus bocados com meu namorado. Por causa dela, nós já brigamos, já terminamos, já voltamos, já brigamos, já terminanos de novo… Afff… Sinceramente, é muito foda ter que conviver com uma ex-namorada saudosa que de vez em quando resolve dar o ar da sua graça, enviando um email aqui, postando uma coisa ali…

Mas o que realmente importa é que hoje eu dei um basta em toda aquela situação! Se ela ainda é apaixonada por ele, problema dela! Ela que aprenda a conviver conosco porque terminar com ele é que eu não vou! Decidi que tenho que pensar mais em mim do que nos outros! Cansei de considerá-la quando ela mostrou claramente que não se importava comigo! Então, quer saber… Vou deixar vc exatamente onde é o seu lugar: na insignificância que o teu namoro com ele representou!

Quer saber? Eu vou é ser feliz com meu namorado porque essa maldita pra mim a partir de hoje é só mais uma pessoa qualquer no mundo. Se tem alguém que tem que se sentir inibida e desconfortável aqui é ela comigo e não o inverso.

You, dork.

Esperanças de um ano melhor…

2007 já vai tarde.

This was an awful year for me. Despite the conclusion of graduation course and the admission to master course, I will miss absolutely nothing from 2007. It was a year marked by fights and discussions with my mother, my brother, with my boyfriend’s “acquaintances”. Sincerely, I’m done with this shit.

Now I have to cheer myself up. Hope 2008 to come with tons of good stuff to me. At first, I truly hope that those stupid girls don’t be accepted in this new master selection. I think that professors should accept only those who really want academic life. The ones who love to do research job. These people who want to get government job (I mean, easy job) should spend their efforts to really get it instead of wasting vacancies which could be filled with people who have vocation to study.

Ok, I have to admit – there’s some personal interest on it. Oh, c’mon, I don’t want to have the displeasure of sharing the Department corridors with that kind of people. During all of 2007, I was obligated to breath the same air as these girls. I couldn’t be able to support it any longer. That’s enough. So, to join the hunger with the need of eating, I truly hope not to meet them next year.

Yah… I’m kind of sick and tired of certain creatures’ presence.

Actually, I’ve been sick and tired of a lot of things lately – master course, this miserable scholarship life of mine, my relationship with my boyfriend and these damned girls who curse me every fucking day and night.

Honestly, sometimes I feel as if my relationship was a big mistake. I’ve been questioning many decisions taken by me in the past. Not to mention this anger and hurt and hate feeling inside my heart. Undoubtedly, this is a mix of unhealthy emotions for me. Every time I look at these girls, I can’t help but asking myself “what the fuck are you guys still doing here? Can’t you simply disappear from the earth? Can’t you simply live your stupid and poor and boring little lives far away from me?”

This would be SO welcome and SO perfect.

At least, if I didn’t see them anymore, I would not think about them the way I’m used to… When I’m close to these girls, I want them to feel miserable and destroyed. I have to confess that this makes me feel so bad and so small. But I can’t avoid this feeling. Even if I tried to be their friend, I wouldn’t be able to. Because all I see when I look at their eyes is anger and hate and disgust.

Wish I could take this shit away from me. How I wish I could look into their eyes and feel nothing. No friendship, no hate. No respect, no anger. Simply nothing. Wish they were unknown people to my eyes. Just one more person in this stupid world. But they are not. They are my enemies. And we’re not supposed to like our enemies. We shall destroy and hate them.

Nonsense words to express how nonsense I feel about my existence right now.

Off to bed.

November rain…

November is such a terrible month for me. I have no good memories of it.

Today I’ll write about my last and bitter November.

lagrima.jpg

Antes de começar a escrever qualquer coisa, devo fazer uma observação. Esse contador anda subindo muito rápido. Será que alguém lê isso aqui?

Ok. Vamos lá. O mês de novembro está acabando e eu me sinto até bastante aliviada. Digamos que eu não guardo boas recordações deste mês maldito. E tudo começou no ano passado. Estava eu no meu último ano de faculdade, com a responsabilidade de escrever um tcc (cujo tema ainda não havia sido bem definido, by the way) e de manter um relacionamento à distância (beeeem distante).

Eis que eu faço a tal da dependência em Inglês. Até então eu não tinha feito a p*** da matéria porque pensava que ia conseguir creditar do curso que eu tinha terminado uns anos antes. O fato é que eu não corri atrás da papelada e fui protelando, protelando… quando eu vi, já tava no último ano e devendo a matéria. Tudo bem, me matriculo. Primeiro dia de aula, percebo que eu e minha amiga não somos as únicas “veteranas” na sala. Tem lá dois carinhas do curso, do penúltimo ano. Devo confessar que me senti mais tranquila por ver rostos familiares; calouros já me metem medo, sendo de Computação então… me deixam em pânico.

Os dias vão se passando e é inevitável. A amizade começa a crescer com os tais carinhas. O que antes eram apenas uns acenos no corredor viram conversas no MSN, trabalhos em grupo… em especial com um deles. E eu sabia desde sempre que ele era comprometido com uma garota. Eles estudavam na mesma sala e, obviamente, se agarravam pelos corredores da faculdade. E eu, claro, já tinha os visto centenas de vezes e achava que os dois faziam um casal até que… bonitinho.

A coisa começou a complicar quando as conversas do MSN se tornaram frequentes e evoluíram para conversas no telefone. Os assuntos eram os mais variados; ele era fofo, engraçado e muito charmoso. Sabe aquele cara que tem todo o jeito de conquistador? Era ele. E eu, né, que tava com o namorado lá na pqp, pensei “por que não? ;)”

Numa bela tarde de Outubro, eu passei por cima de todos os meus valores e fui à casa dele. Fiquei com ele assim sem sentir remorso algum. Muito pelo contrário, voltei pra casa querendo mais. E assim foi no dia seguinte. E no seguinte. Resultado, começamos a manter um relacionamento extra-conjugal. Arrumávamos formas e formas de nos encontrarmos. Até hoje me lembro de um dia que ele teve a cara de pau de ir pro cinema com as duas. A primeira sessão foi minha, a segunda foi dela. Eu sei, a situação era ruim demais. Era desrespeitosa e perigosa. E a minha intenção era essa mesma. Na minha cabeça, eu pensava: “Ah, vou pra Espanha em alguns meses… Tenho mais é que curtir meus últimos momentos de solteira ;)” E assim fomos levando.

O problema é que o esquema ficou sério. Os sábados chegavam e eu sentia ciúmes quando ele ia pra casa da tal namorada. E ele já planejava tudo, do tipo: ir pra casa dela no sábado pra poder ter o domingo livre pra mim. Por que ele não terminava com ela? Porque eu ia embora, né? Honestamente, se eu estivesse no lugar dele, não terminaria tampouco. Os dias passavam, até que no fim de Outubro, ele tomou coragem e terminou com a menina. E eu terminei com o espanhol.

A essa altura do campeonato, eu já estava envolvida demais a ponto de já ter desistido da Pós-Graduação, do casamento e de toda a vida que eu levaria na Espanha.

Nem preciso dizer que em casa, minha mãe pirou. E na faculdade, todos se voltaram contra o carinha (as amigas da namorada… natural, não?)

É nesse momento que entra o mês de Novembro. Depois que os dois terminaram, eu e ele tentamos iniciar um relacionamento, digamos, sério. Agora seria tudo às claras já que ninguém mais era comprometido. Teoricamente, as coisas seriam mais fáceis, mais legais, mais corretas, certo? Errado.

Tudo desandou. E desandou de uma tal forma que as duas semanas que se seguiram foram trágicas! Sim, já estávamos no mês de Novembro. Fatídico mês de Novembro. Tentávamos nos acostumar com essa nova vida, de namoro sério, de telefonemas para dar satisfação disso ou daquilo. Nem as idas à beira do rio (na universidade) eram as mesmas. O auge do declínio foi quando eu adoeci. Peguei uma virose dessas que aparecem sem quê nem porquê e somem da mesma forma. Passei dias em casa, muito mal, emagreci horrores. E não me senti protegida em nenhum momento por ele. Curiosamente, quem me ligava bastante na época era o espanhol. Como são as coisas…

Quando a virose passou, resolvi jogar um verde. Falei que queria conversar com ele pessoalmente. Em um relacionamento, quando uma pessoa diz isso pra outra, esteja certo de que é porque a conversa é séria mesmo. Ele se agoniou todo e perguntou o que tava me perturbando. Eu, na minha inocência, joguei mais um verde. Disse que achava que não éramos cúmplices o suficiente. Claro, eu esperava que ele fosse se desesperar! Como ele sempre fazia antes, quando eu ameaçava me afastar e acabar com nosso affair. Pra minha surpresa, no entanto, adivinhem! Ele concordou. E ainda disse mais! Disse que há alguns dias ele já vinha procurando a melhor forma de me dizer isso; que queria voltar pra ex.

Pensem vocês que meu mundo acabou nesse momento. Meu coração bateu acelerado. Eu fiquei enjoada. Faltou até o ar. Pra uma pessoa insensível como eu, que normalmente terminava com os namorados unicamente por estar cansada deles, isso é um baque. Pensei comigo: “É mais sério do que eu pensava. Estou muito apaixonada por ele. E agora ele quer a ex de volta”. Eu só conseguia pensar no que seria da minha vida a partir dali. Nas coisas de que eu havia abdicado por aquela aventura. E, claro, como toda mulher abandonada (juro, era a primeira vez que eu estava levando um fora!), não pude conter o requalque de perguntar por que ela e não eu. Honestamente, ela era tão sem graça… tão puritana… tão cheia de 9 horas… Tava na cara que eu combinava muito mais com ele!

A conversa foi na beira do rio, na universidade. Foi traumática. Eu chorei de soluçar. Pra sair dali, tive de ligar pro meu irmão ir me buscar. Por que nem pegar um ônibus eu conseguia. Foi horrível.

E pior que aquilo foram os dias seguintes. Eu me sentia vazia.

Engraçado. Acabo de lembrar que no mesmo dia que o carinha me dispensou, ele me ligou. Já era de noite. Ele chorou no telefone, dizendo que tinha pedido pra ex voltar. E que ela não tinha aceitado. O mais engraçado é que eu não consegui ser grosseira com ele. Eu nos meus dias de glória teria mandado o dito pro quinto dos infernos. Claro, sem esse eufemismo ;) Mas não foi isso que aconteceu. Eu consolei. Chorei com ele. Aconselhei. Não sei o motivo. E, sinceramente, não sei se fui otária. Só sei que ali, naquele momento, eu estava seguindo meu coração.

No dia seguinte, nós nos vimos. E ficamos. E eu voltei arrasada pra minha casa por saber que estava fazendo tudo errado. Mas eu não conseguia me conter. Já o amava. Não conseguia vê-lo sofrendo pela ex, por isso eu o ajudava. Quando ele chorava por ela no meu ombro, eu chorava com ele por dois motivos. Por ele ser cego e não enxergar que ali estava uma pessoa que o amaria com paixão pro resto da vida. E por ele estar sofrendo por alguém com quem ele não daria mais certo. Porque o tempo deles tinha passado. Por saber que ele só tava fazendo aquela confusão toda porque a guria tinha arrumado outro pretendente (rápida, não?) e ele não queria abrir mão do que era dele. Sabe quando a criança ganha um brinquedo novo, não quer mais brincar com o antigo, mas também não quer que outra criança brinque? Poisé. Era exatamente isso que acontecia. E eu via tudo com tanta clareza… E me entristecia vê-lo ali, naquela situação desastrosa.

É por isso que o mês de Novembro pra mim é tão terrível. Ele me remete a lembranças nada agradáveis e das quais eu tento me livrar até hoje e, pra falar a verdade, acho até que estou me saindo bem. O mês 11 deste ano foi bastante diferente. Hoje nós estamos juntos, felizes. Eu não duvido do amor dele. Nem tenho medo que ele faça comigo o que fez com a outra. E se um dia ele fizer, eu vou chorar, vou lamentar, vou terminar, mas vou seguir adiante. Todo mundo tem o direito de cometer erros, eu já cometi vários e não tô aqui pra julgar nem atirar pedra em ninguém.

É inevitável. Sinto uma leveza imensa sempre que acabo de escrever nesse blog. Terapia mais barata não deve existir :P

A música de hoje tem bastante a ver com o que houve no mês seguinte, em Dezembro. Mas isso fica pra um próximo post

More Than a Memory – Hoobastank

I’ve become tired of wasting my time
Thinkin’ bout choices that I’ve made
Cuz I can’t move forward while looking behind
The only thing I can do now
Is change the way that I used to be
Cuz now it seems crystal clear to me

Cuz you’re so much more than a memory
Cuz you’re so much more than a memory

It wasn’t fair for me just to go
And act like I knew what you’ve been through
Cuz I wasn’t there and I’ll never know
Couldn’t see from your point of view
But I’m doing all I can
For you to see that I understand
That I understand

You’re so much more than a memory
Cuz you’re so much more than a memory
So don’t close my door on what still can be
Cuz you’re so much more than a memory

Please don’t go cuz I finally know
That the past is gone
And I know that I was wrong
I was wrong

You’re so much more than a memory
Cuz you’re so much more than a memory
So don’t close the door on what still can be
Cuz you’re so much more than a memory

Please don’t go cuz I finally know
That the past is gone
and I know that I was wrong

Please don’t go cuz I finally know
That the past is gone
and I know that I was wrong
I was wrong…

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