De alma lavada!

Nem acredito que mandei aquele email! Ainda me pego lendo, relendo e me sentindo o máaaaximo por ter tido coragem de dizer tudo aquilo pra ex. Nossa, como foi gratificante pra mim! Imagino a quantidade de garotas que passam pelo que eu passei, tendo que conviver com o fantasma da ex-namorada de seus namorados. Eu, por causa de uma ex, tô tendo que passar maus bocados com meu namorado. Por causa dela, nós já brigamos, já terminamos, já voltamos, já brigamos, já terminanos de novo… Afff… Sinceramente, é muito foda ter que conviver com uma ex-namorada saudosa que de vez em quando resolve dar o ar da sua graça, enviando um email aqui, postando uma coisa ali…

Mas o que realmente importa é que hoje eu dei um basta em toda aquela situação! Se ela ainda é apaixonada por ele, problema dela! Ela que aprenda a conviver conosco porque terminar com ele é que eu não vou! Decidi que tenho que pensar mais em mim do que nos outros! Cansei de considerá-la quando ela mostrou claramente que não se importava comigo! Então, quer saber… Vou deixar vc exatamente onde é o seu lugar: na insignificância que o teu namoro com ele representou!

Quer saber? Eu vou é ser feliz com meu namorado porque essa maldita pra mim a partir de hoje é só mais uma pessoa qualquer no mundo. Se tem alguém que tem que se sentir inibida e desconfortável aqui é ela comigo e não o inverso.

You, dork.

Respirando novos ares!

Nem acredito que ontem a essa hora eu me encontrava aqui escrevendo minhas lamúrias sobre a minha mãe. Pra minha surpresa, depois de passar uma noite de cão, chorando com um grande amigo ao telefone, hoje pela manhã acordei com uma disposição que há muito não encontrava.

Acho que a história sobre ter desencanado da minha mãe realmente vingou. Hoje eu acordei sem ressentimento no coração, sem mágoa. Apenas com a certeza de que algo se perdeu entre a gente, mas que não foi só por minha culpa. Meu coração tá leve porque ontem eu disse tudo que precisava, reconheci meus erros, pedi desculpa por eles e é isso. Tô de bem comigo mesma.

Claro que ainda tô com alguns problemas com meu namorado. Ou ex-namorado, nem sei mais… O tal do e-mail que a ex dele enviou ainda tá rendendo pano pra manga e eu não estou muito disposta a perdoar isso fácil. Sabe quando fica aquela coisa engatada? Como se eu não conseguisse digerir? Poisé… É assim que tenho me sentido com relação a fulaninha lá. Só de pensar que eu ainda troquei e-mails com ela… Aff… Que arrependimento que eu sinto! Tudo porque eu quis dar uma de boa samaritana e não briguei com ninguém. Antes eu tivesse falado pra ela tudo que eu sempre quis falar. Tenho certeza que hoje eu estaria mais tranquila.

Enfim… Nem tudo sai como a gente quer. Às vezes penso que talvez tenha sido melhor assim. Meu e-mail foi objetivo, acho. Já o dela foi uma resposta infantil, sem fundamento algum, só com um bando de lorota, de conversa pra boi dormir. Desde quando eu preciso saber de toda a trajetória sentimental dela? Afff… Sinceramente… Hoje eu penso que talvez ela não seja tão madura quanto eu pensava que fosse.

Vou dormir que amanhã é só mais um longo dia de tarefas de mestrado e de comida ruim no RU. Blergh.

Fim de namoro.

Este é só mais um post. Só mais um post que fala das lamúrias de uma pessoa que cansou dessa vida de committed. Que cansou de namorar.

Eu não sei quem lê essa bodega aqui. Também não criei pra que viessem aqui e lessem o que eu escrevo. Criei esse troço pra registrar minhas fases ruins porque no futuro eu quero usá-lo pra me dar forças e pra me dar conta de tudo que eu passei no passado e de que…ei! A máxima da graduação continua funcionando: tudo sempre dá certo no final!

E não é que a ex do meu namorado (ou seria ex-namorado?!) se declarou pra ele? Enviou um email abrindo o coração… Contando que ainda o ama e yadda yadda. E não é que eu mandei um email pra ela? E ela me respondeu? E eu percebi que ela não é uma má pessoa?

Será que alguém tem idéia do quão desconfortável é vc perceber que a ex do seu namorado não é a bruxa que vc pensava que ela era? Que ela é legal e, quem sabe, até madura? E que o idiota da história é ele? O fraco é ele? O fingido? O mentiroso? O que não é digno do seu amor e da sua confiança?

Acreditem, isso tá mexendo comigo.

O que eu sinto é um mix de tantas coisas… Vontade de terminar com ele e ao mesmo tempo continuar porque, afinal de contas, eu amo esse idiota! :/ No final das contas, eu continuo enxergando coisas boas nele. Coisas que nem devem ser verdadeiras… Mas que uma vez me conquistaram e a elas eu me apeguei! :/ Sinto vontade de fazê-lo sofrer. De traí-lo com o primeiro que aparecer… Sinto vontade de sumir e de nunca mais vê-lo.

Isso é uma merda…

Tudo aconteceu no carnaval. Eu sempre soube que carnaval não era uma boa época pra mim. Não me lembro de ter boas recordações do carnaval…

Esse não poderia ser diferente, certo?

Perdi meu namorado. O único em quem eu realmente apostei minhas fichas. Não sei se devo agradecer a ele ou à ex.

Off to bed.

Esperanças de um ano melhor…

2007 já vai tarde.

This was an awful year for me. Despite the conclusion of graduation course and the admission to master course, I will miss absolutely nothing from 2007. It was a year marked by fights and discussions with my mother, my brother, with my boyfriend’s “acquaintances”. Sincerely, I’m done with this shit.

Now I have to cheer myself up. Hope 2008 to come with tons of good stuff to me. At first, I truly hope that those stupid girls don’t be accepted in this new master selection. I think that professors should accept only those who really want academic life. The ones who love to do research job. These people who want to get government job (I mean, easy job) should spend their efforts to really get it instead of wasting vacancies which could be filled with people who have vocation to study.

Ok, I have to admit – there’s some personal interest on it. Oh, c’mon, I don’t want to have the displeasure of sharing the Department corridors with that kind of people. During all of 2007, I was obligated to breath the same air as these girls. I couldn’t be able to support it any longer. That’s enough. So, to join the hunger with the need of eating, I truly hope not to meet them next year.

Yah… I’m kind of sick and tired of certain creatures’ presence.

Actually, I’ve been sick and tired of a lot of things lately – master course, this miserable scholarship life of mine, my relationship with my boyfriend and these damned girls who curse me every fucking day and night.

Honestly, sometimes I feel as if my relationship was a big mistake. I’ve been questioning many decisions taken by me in the past. Not to mention this anger and hurt and hate feeling inside my heart. Undoubtedly, this is a mix of unhealthy emotions for me. Every time I look at these girls, I can’t help but asking myself “what the fuck are you guys still doing here? Can’t you simply disappear from the earth? Can’t you simply live your stupid and poor and boring little lives far away from me?”

This would be SO welcome and SO perfect.

At least, if I didn’t see them anymore, I would not think about them the way I’m used to… When I’m close to these girls, I want them to feel miserable and destroyed. I have to confess that this makes me feel so bad and so small. But I can’t avoid this feeling. Even if I tried to be their friend, I wouldn’t be able to. Because all I see when I look at their eyes is anger and hate and disgust.

Wish I could take this shit away from me. How I wish I could look into their eyes and feel nothing. No friendship, no hate. No respect, no anger. Simply nothing. Wish they were unknown people to my eyes. Just one more person in this stupid world. But they are not. They are my enemies. And we’re not supposed to like our enemies. We shall destroy and hate them.

Nonsense words to express how nonsense I feel about my existence right now.

Off to bed.

Desafetos da minha vida.

Post curto pra desabafar uma coisa que vem me consumindo ultimamente.

NÃO GOSTO DA EX DO MEU NAMORADO.

Isto é fato como o sol que nasce e se põe todo santo dia. Não gosto dela e ponto. Pra mim ela é fingida, anti-social, gelada. Também acho que aquele namoro que ela insiste em sustentar é só fachada. Coitado do cara que tá com ela. Pelo histórico que o cabra tem, só posso fazer uma declaração: esse nasceu pra sofrer por amor.

Não sei por que essa maldita me incomoda tanto. Acho que é porque volta e meia, ela anda atrás do meu namorado. Uma hora ela manda e-mail pra desejar um feliz aniversário totalmente descabido pra ele com coisas do tipo: “Me perdoe, mas eu não consigo falar com você…” “Ainda assim eu te desejo um bom aniversário…” “Dizem que o tempo cura as feridas…”. Ora ela manda e-mail pro antigo grupinho de estudo (which by the way: acabou junto com o namoro deles – CLARO!) tentando reatar a amizade, que anda com saudades e yadda yadda. Outra hora, ela coloca no blog umas letras de música meio sem sentido (ou seriam totalmente significativas? ¬¬) com versos que cantam um amor mal correspondido…

Araporra. Tá chato já.

O namoro de vocês já acabou. Não deu certo. E não foi por minha culpa que o namoro não deu certo. Foi culpa de vocês dois. Simplesmente porque vocês não combinam! São o oposto! Meu deus, que fácil era perceber isso. Qualquer um que convivesse com vocês dois seria capaz de perceber isso em dois tempos. Então pra quê toda essa cena? Pra quê viver se queixando de que você foi A traída, A largada? De que mentiram pra ti? Vai dizer que você não mentiu também? Vai dizer que durante aquele trabalhinho lá que você fez com o seu, na época, amiguinho (agora namorado)… vai dizer que ali naquele momento, ele não deu em cima de ti? E mais: vai dizer que você não gostou? Vai dizer que não correspondeu?!

Francamente.

Você só engana essas suas amiguinhas – tão falsas moralistas quanto você! Todo esse joguinho, essa ceninha de pobre coitada… isso não funciona comigo! Funcionou um dia, há muito tempo atrás, quando eu ainda não conhecia o seu cinismo. Foi naquele, e somente naquele, momento que eu tive pena de ti. Que eu me preocupei com os seus sentimentos. Hoje em dia, você não passa de uma fingida. Você, pra mim, é uma farsa. E eu… minha querida, definitivamente, eu não fui culpada pelo término de vocês. Eu fui um catalisador. Agente facilitador.

Oh God, I was not the disease. I truly was the one and only cure! ;)

E tenho dito.

Lack of love.

Hoje a falta é de amor.

Já se falou de tudo aqui nesse negócio. Problemas com a polícia (que, diga-se de passagem, ainda não foram resolvidos), problemas na universidade e agora problemas pessoais. Já se percebe que este blog foi criado única e exclusivamente para relato de lamentações. Bom pra mim, que descobri a fórmula mágica pra desabafar meus problemas. Os móveis e utensílios do meu quarto agradecem.

Sou comprometida, sabe. E esse meu romance atual, devo admitir, foi o mais conturbado de todos os tempos. E olha que eu já namorei vários tipos. O primeiro fez o estilo safadão: usava a desculpa de que era muito bem educado pra viver abraçado com as gurias. Namoramos mais de três anos até eu conseguir me livrar do carma – logo que passei no vestibular pra Odontologia. Ali estava eu no auge dos meus 17 anos.

O segundo era um doce (até hoje me pergunto por que não continuamos?!) Lembro-me perfeitamente de um dia em especial. Faríamos aniversário de meses (isso mesmo! Meses!) e ele me ligou como já era de costume; não nos veríamos naquele dia. Conversa vai, conversa vem e pá! Eu digo pra ele que tava morrendo de vontade de comer McNuggets. Em alguns minutos, lá estava ele parando o carro na porta de casa, dizendo que tinha gazetado inglês com um saco cheeeeeeeeio de guloseimas da Mc, inclusive os McNuggets. Ele era um homem perfeito, acho que foi essa a razão; mulheres não gostam de homens perfeitos. Vendo desde uma ótica meio cruel, hoje penso que foi até bom não termos continuado. Ele tá imenso de gordo.

O terceiro era, como já diria uma amiga minha, THE STRANGER! Totalmente anti-social, ciumento e possessivo aos extremos e muito, muuuito, infantil. Desse cara, o dia que mais me marcou foi quando ele me trancou num dos quartos do apartamento dele (esse morava sozinho – MEDO!) depois de ter arrancado o telefone da tomada. Isso tudo porque eu tinha dito que queria ir em casa, visitar minha mãe. Definitivamente estranho, não? Tá, pontos positivos dele: muito inteligente, engraçadíssimo, romântico e vindo de uma família muito legal.

O quarto era como o segundo. O genro que a mamãe tinha pedido a Deus. Piloto de avião, quase independente, alto, bonito, gentil, muito bem educado – praticamente um gentleman. Ele era sorridente, tinha uma gargalhada gostosa de se ouvir. Obviamente, tinha uma série de defeitos, né? Era duro feito um poste pra dançar e tinha uma família meio estranha do tipo: pais que não se falavam direito por causa de seus respectivos amantes. Ah, e ele não chorava. E eu tenho uma certa atração por homens que mostram suas fragilidades (seria eu emo?!).

O quinto foi a história mais louca da minha vida. Importado da Catalunya, o mais branco e mais loiro de todos. Ele fazia o estilo gringão que chega num país estranho, não entende as brincadeiras, não dança direito as músicas do lugar, não se veste de forma adequada… Enfim, conflitos, muitos conflitos culturais. Pontos positivos: conheci Ajuruteua com ele e foi uma das viagens mais legais que eu já fiz acompanhada de um namorado. Além disso, ele era inteligentíssimo, poliglota, todo bem nascido.

Aí chegou o sexto. E atual. Esse… Nem sei como começar. Pra início de conversa, foi ele quem me fez largar o estrangeiro. E ele tá bem longe de ter o biotipo do anterior, hein? Bem mais baixo, perninha grossa, morenão, feições árabes (coincidentemente, os imigrantes mais odiados pelos espanhóis ¬¬’). E detalhe: comprometido. E mais detalhe: comprometido com uma pequena da mesma Universidade que nós dois. Se é que ainda pode ter mais detalhe: a guria era, ainda por cima, do mesmo curso.

Desde o início eu sabia que tava me metendo numa teia de intrigas. Sabia que só ia dar pro meu. Aí fui sendo levada pelos meus instintos, pelos meus hormônios. Quando vi, tava apaixonada. E quando duas mulheres estão apaixonadas pelo mesmo cara, ixi. Coisa boa é que não dá. Rolou tanta merda. Um tal de termina e volta com a ex. Termina e volta com a amante (eu, no caso). Que no final das contas, todo mundo sofreu.

Aí vingou esse namoro que vive oscilando entre dois extremos. Ora uma felicidade infinita, ora uma tristeza avassaladora. Felicidade porque eu me sinto bem demais do lado dele. Ele é um fofo, carinhoso, dono do beijo mais gostoso que eu já provei. Inteligente, como já é de praxe – todos os meus namorados TÊM que ser inteligentes, e muito engraçado. E a tristeza por conta dos problemas do passado, dos fantasmas que me perseguem uma vez que eu continuo na mesma Universidade, esbarrando com a ex dia após dia. E como se não bastasse, ainda trabalhando no mesmo projeto de pesquisa.

Isso não seria nada se ELE não me causasse tantos problemas. Se ele não me escondesse tantas coisas. Sempre tem uma coisinha escondida. Um e-mail enviado pela ex no dia do aniversário. Uma conversa informal com uma amiga em que ele contava a saudade que tinha da amizade da ex. Mais um e-mail da ex mostrando que quer reatar laços. Se todas essas coisas não viessem à tona – eu pergunto – até quando isso tudo duraria? Até quando ele continuaria me dizendo que a ex não é importante? Ou que ela passa pelo corredor e pra ele tanto faz como tanto fez? Até quando ele deixaria claro, inclusive, que sente raiva dela? Até quando?

Tantas mentiras e eu fico me perguntando onde foi que eu errei. Chego à conclusão de que eu errei quando me coloquei no meio da vida dessas duas pessoas. Errei quando percebi que estava errando e persisti no erro, indo até a casa dele e roubando um beijo dele. Errei quando cedi às declarações vazias e mentirosas porque eu sabia que o nosso fica era passageiro e ele não terminaria o namoro. Errei quando depois disso tudo me apaixonei; mais uma vez eu sabia! Estava me apaixonando, mas era ela quem ele amava. E por mais que ele terminasse (como de fato terminou), era pra ela que ele iria voltar. Errei ao dar meu ombro de consolo quando depois de tantas tentativas, ela não aceitou voltar. Nesse momento, tive a chance de acertar, de dar as costas e voltar pro espanhol, mas tornei a errar quando aceitei o pedido de namoro (sim, agora era namoro – a condição pela qual até hoje, quase um ano depois, o status do meu orkut está como committed).

Historinha conturbada, não? E eu tive a chance de não passar por nada disso. Tive a chance de sair do Brasil e viver com uma pessoa maravilhosa, que me amava. Abri mão de tudo isso por um amor, meio maluco, meio selvagem, que me fez perder a cabeça. Não, eu não me arrependo. Hoje eu vejo quão sou feliz ao lado dele. Ele me completa em tudo. Ele me faz cócegas no ônibus, esquenta meu pé quando tá frio no cinema, inventa dancinhas e musiquinhas malucas quando eu tô dirigindo. Nada nem ninguém seria igual a ele!

Ainda assim, falta algo.

Falta a lealdade. Falta a consideração. Falta amor.

Hoje foi um dia difícil pra mim. Meu namoro quase terminou. No trabalho, me sinto desconfortável ao lado de uma pessoa que não me fez absolutamente nada. E sinto medo de estar certa quando digo que meu namorado já não me ama mais como antes.

Jota Quest – Só Hoje

Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito
Nem que seja só pra te levar pra casa depois de um dia normal…
Olhar teus olhos de promessas fáceis e te beijar na boca de um jeito que te faça rir (que te faça rir)
Hoje eu preciso te abraçar
Sentir teu cheiro de roupa limpa
Pra esquecer os meus anseios e dormir em paz

Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria em estar vivo
Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar
Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia
Que eu faço tudo errado sempre, sempre

Hoje preciso de você
Com qualquer humor, com qualquer sorriso
Hoje só tua presença
Vai me deixar feliz
Só hoje