Mulher burra não tem conserto…

É triste mesmo. Tenho uma amiga que não toma jeito “nas fuça”. Mas a bichinha sofre demais da conta com um pequeno aí que não vale nada. O cara é um liso, velho que ainda não conseguiu terminar nenhuma facu em que se mete e ainda por cima judia que só da pobrezinha.

Gente, pelamor! Como que dá pra viver assim? E ela é bonitinha, sabe? Se veste bem, já é formada, tem a graninha dela, de vez em quando ela pega o carro do pai pra sair com o bofe… Ela se esforça pra ser uma namoradinha legal. E, off the record, dificilmente ele arrumaria uma mulher assim (veneeeeno! >=D~~~).

Aí, sabe… Ela há uns tempos atrás fazia umas paradas muito chatas. Tipo, traía o cara diretaço e tal. Cada dia era com um diferente que ela saía. Tadinho, nem sei onde que ele arrumou cabeça suficiente pra sustentar tanto chifre :( E assim, o carinha é até legal, mas é sem noção, sabe? Grosseiro e tal. Não tem modos.

Tá. Eu não tenho nada contra os dois. Sabe? Gosta de sofrer, tem vocação pra ser mulher de malandro, tudo bem – eu não tenho :D – só que é aquela coisa… Ela briga com o cara, aí fala um monte de merda, fala mal dele pra Deus e o mundo, escreve horroooooooores no blog, escancara que tá solteira e que tá fazendo e acontecendo. E ele, idem. Posta foto das piriguetes com quem ele tem saído. Gente! É uma baixaria! :S

Enfim, eu na condição de amiga dela fico arrasada, né? Fico com óóóódio dele! Porque, assim… Eu tomo as dores mesmo, sabe? Parto pra porrada :P Se for pra descer do salto, eu desço mesmo! Só que daqui uns dias, eles voltam às boas. E aí? Como ficam os amigos? A família? Como fica o povo que ouvimos tantas e tantas coisas dele? Que pegamos A-B-U-S-O total da criatura? É fogo, olha… Sinceramente, dá vontade de largar de mão.

Aliás, you know what? Não sei por que ainda perco meu tempo com isso :P É que, sei lá, parece que me sobe uma coisa quando eu vejo os nicks direcionados um pro outro de juras de amor eterno. Pior que às vezes eu sinto como se ela fizesse isso de propósito, como que pra atacar os amigos – como eu – que não curtem ele. Como quem diz ‘ei, otário, eu e ele estamos juntos de novo, lalalala…’ Gente, será que só eu que percebo que isso é patético?! No final, isso tudo é conversa pra boi dormir. Cedo ou tarde vai tudo voltar pra baixaria que era – da mesma forma como já aconteceu 28371904725618294 vezes :S

Mulher feia, eu digo, ainda dá pra fazer plástica. Agora, burra…

De alma lavada!

Nem acredito que mandei aquele email! Ainda me pego lendo, relendo e me sentindo o máaaaximo por ter tido coragem de dizer tudo aquilo pra ex. Nossa, como foi gratificante pra mim! Imagino a quantidade de garotas que passam pelo que eu passei, tendo que conviver com o fantasma da ex-namorada de seus namorados. Eu, por causa de uma ex, tô tendo que passar maus bocados com meu namorado. Por causa dela, nós já brigamos, já terminamos, já voltamos, já brigamos, já terminanos de novo… Afff… Sinceramente, é muito foda ter que conviver com uma ex-namorada saudosa que de vez em quando resolve dar o ar da sua graça, enviando um email aqui, postando uma coisa ali…

Mas o que realmente importa é que hoje eu dei um basta em toda aquela situação! Se ela ainda é apaixonada por ele, problema dela! Ela que aprenda a conviver conosco porque terminar com ele é que eu não vou! Decidi que tenho que pensar mais em mim do que nos outros! Cansei de considerá-la quando ela mostrou claramente que não se importava comigo! Então, quer saber… Vou deixar vc exatamente onde é o seu lugar: na insignificância que o teu namoro com ele representou!

Quer saber? Eu vou é ser feliz com meu namorado porque essa maldita pra mim a partir de hoje é só mais uma pessoa qualquer no mundo. Se tem alguém que tem que se sentir inibida e desconfortável aqui é ela comigo e não o inverso.

You, dork.

Morte ao Linux!

no-linux

Cara, cansei de tentar usar o Linux. Sinceramente… Eu tento me entender com ele, mas é difícil. E não deveria, sabe? Po, o Linux deveria ser fácil de usar… Não deveria dar tanto problema assim. E o governo brasileiro ainda quer que esse bando de funcionário público aprenda a usar sw livre. No offense, mas sabe quando isso vai dar certo? Nunca. O Linux é grátis e coisa e tal, mas só pode ser usado por gente da área e que seja muuuuito paciente. Sabe esses que tão a fim de usar o terminal pra instalar um simples plugin de música pro xmms (e ainda correndo o risco do bicho não funcionar direito)? Poisé. Esses aí.

Enfim… Eu fico triste porque eu acho legal essa iniciativa de sw livre. Não queria depender das licenças carésimas da Microsoft e tal. Mas poha velho… É muita mão-de-obra! Pra vc assistir um simples rmvb, pra vc instalar – novamente – um simples plugin de música, pra vc usar duas coisas que requerem dispositivo de áudio sem que uma interfira na outra *tipo youtube e xmms*… Nossa, que sacrifício!

E ninguém que venha pagar na minha mente dizendo que isso tudo que eu citei aí pode ser feito sem grande dificuldade porque NÃO É VERDADE! Se fosse realmente fácil, eu não precisaria perder grande parte do meu tempo procurando essas bobagens em fóruns. Bastaria clicar 2x na poha do seriado e pronto.

E tenho dito!

Respirando novos ares!

Nem acredito que ontem a essa hora eu me encontrava aqui escrevendo minhas lamúrias sobre a minha mãe. Pra minha surpresa, depois de passar uma noite de cão, chorando com um grande amigo ao telefone, hoje pela manhã acordei com uma disposição que há muito não encontrava.

Acho que a história sobre ter desencanado da minha mãe realmente vingou. Hoje eu acordei sem ressentimento no coração, sem mágoa. Apenas com a certeza de que algo se perdeu entre a gente, mas que não foi só por minha culpa. Meu coração tá leve porque ontem eu disse tudo que precisava, reconheci meus erros, pedi desculpa por eles e é isso. Tô de bem comigo mesma.

Claro que ainda tô com alguns problemas com meu namorado. Ou ex-namorado, nem sei mais… O tal do e-mail que a ex dele enviou ainda tá rendendo pano pra manga e eu não estou muito disposta a perdoar isso fácil. Sabe quando fica aquela coisa engatada? Como se eu não conseguisse digerir? Poisé… É assim que tenho me sentido com relação a fulaninha lá. Só de pensar que eu ainda troquei e-mails com ela… Aff… Que arrependimento que eu sinto! Tudo porque eu quis dar uma de boa samaritana e não briguei com ninguém. Antes eu tivesse falado pra ela tudo que eu sempre quis falar. Tenho certeza que hoje eu estaria mais tranquila.

Enfim… Nem tudo sai como a gente quer. Às vezes penso que talvez tenha sido melhor assim. Meu e-mail foi objetivo, acho. Já o dela foi uma resposta infantil, sem fundamento algum, só com um bando de lorota, de conversa pra boi dormir. Desde quando eu preciso saber de toda a trajetória sentimental dela? Afff… Sinceramente… Hoje eu penso que talvez ela não seja tão madura quanto eu pensava que fosse.

Vou dormir que amanhã é só mais um longo dia de tarefas de mestrado e de comida ruim no RU. Blergh.

Eu x Ela

Hoje perdi minha mãe. Depois de um ano turbulento, com muitas discussões aparentemente sem fundamento, hoje eu perdi minha mãe.

É um vazio horrível. É pior do que o vazio que qualquer namorado meu já tenha me causado. Acho que vai ser difícil acordar todos os dias com a sensação de que a pessoa com quem vc sempre pôde contar na vida se foi. Já não está mais ali pra te apoiar (embora nunca tenha te apoiado). Já não está mais ali por ti.

Tudo aconteceu por motivos que eu nem entendo bem. Por coisas que aconteceram há mais de cinco anos atrás e que nunca foram discutidas. Pra mim não tinha nada de errado naquela época em relação ao que ela me disse… Parece-me tão óbvio que quem deveria me procurar era ela e não eu. Como eu saberia que ela tinha diferenças comigo? Adivinhando? :(

Sabe, minha mãe é muito cabeça-dura. E insensível. Ela nunca me disse “eu te amo”. Nunca fez cafuné em mim. Não me levou no ginecologista quando eu menstruei. Nunca teve conversas de namoradinhos comigo. Lembro bem uma situação que aconteceu quando eu tinha 15 anos. Eu tive alguma briguinha boba com meu primeiro namoradinho (que provavelmente era o apocalipse pra mim!) e minha mãe me pegou chorando por ele. Quanta esculhambação eu peguei! Lembro-me do corredor escuro e eu ali chorando na frente do quarto dela enquanto ela batia a porta na minha cara. E o único que eu dizia era “mãe, eu só preciso de alguém pra conversar…”

Triste, né?

No dia do meu baile de formatura, ela brigou comigo. Tudo porque eu tava tão nervosa com o baile que acabei entrando no carro da minha tia com a chave do carro dela. Bolsa de formatura é tudo pequena né? Mal cabe o celular dentro. E aí, quando eu me dei conta de que tava com a chave dela, e a avisei, ela começou a me esculhambar, dizendo que eu não prestava atenção em nada e que agora a bolsa dela ia ficar toda espichada e que a chave não cabia lá… Lembro-me vagamente da minha tia, já na metade da viagem – minha mãe reclamava incessantemente – dizendo: Ei menina, deixa de fazer tempestade em copo d’água! Coloca aqui na minha bolsa e pára de reclamar ;) Enquanto eu ia lá atrás, me esforçando pra não chorar e borrar a maquiagem…

Definitivamente, muito triste.

A minha vontade é sair de casa, mas eu não posso. Infelizmente, tô fazendo esse mestrado que até agora não me rendeu fruto nenhum. Às vezes eu me estresso muito por estar fazendo mestrado. Dá vontade de largar e tudo mais. Não é que eu não goste. Amo estudar. Amo a pesquisa. Sinto que tenho muito a adicionar à comunidade acadêmica do Brasil. Além do mais, tenho muito respeito pelo meu orientador e sou ciente de toda a confiança que ele depositou em mim. Mas assim não dá. Sem o apoio dela é foda. Só de pensar que mês que vem eu vou parar de receber minha bolsa de mestrado… Tenho até calafrios! Porque isso significa voltar a depender do dinheiro do meu pai e consequentemente pagar as contas que tenho com ela com alguma dificuldade.

Mas hoje todas as cartas foram colocadas na mesa. Eu chorei e ela ficou indiferente aos meus sentimentos. Eu esperei um gesto que me confortasse, mas não aconteceu. Hoje eu descobri que a mulher que me deu à luz é a frieza em pessoa. Não tem sentimentos. E, pelo visto, vive a vida de forma indiferente a mim.

É triste viver aqui. Às vezes sinto que sou um estorvo. É como se eu incomodasse pelo simples fato de morar na minha própria casa. A partir de hoje, viver se tornou um pouquinho doloroso pra mim.

Eu sei que vou sentir sua falta pro resto da vida. Mas infelizmente, mãe, quem escolheu assim foi vc.

Que grande pecado eu cometi contigo, mãe? Convença-me de que eu sou uma filha má de verdade. Convença-me! Convença-me de que eu só te causo desgosto? Não desconsidere todas as alegrias que eu já te proporcionei!

Um dia vc verá o quanto foi imatura e egoísta. E nesse dia vc vai se encontrar sozinha na vida. Sem seus filhos, distante de seus netos, acompanhada talvez apenas de um cara que sequer será seu namorado. Ele não passará do que é hoje: um simples amante.

Nesse dia, mãe, eu ainda estarei aqui. De braços abertos. Porque meu amor por ti foi, é e sempre será incondicional.

Eu te amo pra sempre, embora esteja me afastando de ti a partir de hoje.

Fim de namoro.

Este é só mais um post. Só mais um post que fala das lamúrias de uma pessoa que cansou dessa vida de committed. Que cansou de namorar.

Eu não sei quem lê essa bodega aqui. Também não criei pra que viessem aqui e lessem o que eu escrevo. Criei esse troço pra registrar minhas fases ruins porque no futuro eu quero usá-lo pra me dar forças e pra me dar conta de tudo que eu passei no passado e de que…ei! A máxima da graduação continua funcionando: tudo sempre dá certo no final!

E não é que a ex do meu namorado (ou seria ex-namorado?!) se declarou pra ele? Enviou um email abrindo o coração… Contando que ainda o ama e yadda yadda. E não é que eu mandei um email pra ela? E ela me respondeu? E eu percebi que ela não é uma má pessoa?

Será que alguém tem idéia do quão desconfortável é vc perceber que a ex do seu namorado não é a bruxa que vc pensava que ela era? Que ela é legal e, quem sabe, até madura? E que o idiota da história é ele? O fraco é ele? O fingido? O mentiroso? O que não é digno do seu amor e da sua confiança?

Acreditem, isso tá mexendo comigo.

O que eu sinto é um mix de tantas coisas… Vontade de terminar com ele e ao mesmo tempo continuar porque, afinal de contas, eu amo esse idiota! :/ No final das contas, eu continuo enxergando coisas boas nele. Coisas que nem devem ser verdadeiras… Mas que uma vez me conquistaram e a elas eu me apeguei! :/ Sinto vontade de fazê-lo sofrer. De traí-lo com o primeiro que aparecer… Sinto vontade de sumir e de nunca mais vê-lo.

Isso é uma merda…

Tudo aconteceu no carnaval. Eu sempre soube que carnaval não era uma boa época pra mim. Não me lembro de ter boas recordações do carnaval…

Esse não poderia ser diferente, certo?

Perdi meu namorado. O único em quem eu realmente apostei minhas fichas. Não sei se devo agradecer a ele ou à ex.

Off to bed.

Esperanças de um ano melhor…

2007 já vai tarde.

This was an awful year for me. Despite the conclusion of graduation course and the admission to master course, I will miss absolutely nothing from 2007. It was a year marked by fights and discussions with my mother, my brother, with my boyfriend’s “acquaintances”. Sincerely, I’m done with this shit.

Now I have to cheer myself up. Hope 2008 to come with tons of good stuff to me. At first, I truly hope that those stupid girls don’t be accepted in this new master selection. I think that professors should accept only those who really want academic life. The ones who love to do research job. These people who want to get government job (I mean, easy job) should spend their efforts to really get it instead of wasting vacancies which could be filled with people who have vocation to study.

Ok, I have to admit – there’s some personal interest on it. Oh, c’mon, I don’t want to have the displeasure of sharing the Department corridors with that kind of people. During all of 2007, I was obligated to breath the same air as these girls. I couldn’t be able to support it any longer. That’s enough. So, to join the hunger with the need of eating, I truly hope not to meet them next year.

Yah… I’m kind of sick and tired of certain creatures’ presence.

Actually, I’ve been sick and tired of a lot of things lately – master course, this miserable scholarship life of mine, my relationship with my boyfriend and these damned girls who curse me every fucking day and night.

Honestly, sometimes I feel as if my relationship was a big mistake. I’ve been questioning many decisions taken by me in the past. Not to mention this anger and hurt and hate feeling inside my heart. Undoubtedly, this is a mix of unhealthy emotions for me. Every time I look at these girls, I can’t help but asking myself “what the fuck are you guys still doing here? Can’t you simply disappear from the earth? Can’t you simply live your stupid and poor and boring little lives far away from me?”

This would be SO welcome and SO perfect.

At least, if I didn’t see them anymore, I would not think about them the way I’m used to… When I’m close to these girls, I want them to feel miserable and destroyed. I have to confess that this makes me feel so bad and so small. But I can’t avoid this feeling. Even if I tried to be their friend, I wouldn’t be able to. Because all I see when I look at their eyes is anger and hate and disgust.

Wish I could take this shit away from me. How I wish I could look into their eyes and feel nothing. No friendship, no hate. No respect, no anger. Simply nothing. Wish they were unknown people to my eyes. Just one more person in this stupid world. But they are not. They are my enemies. And we’re not supposed to like our enemies. We shall destroy and hate them.

Nonsense words to express how nonsense I feel about my existence right now.

Off to bed.

Desafetos da minha vida.

Post curto pra desabafar uma coisa que vem me consumindo ultimamente.

NÃO GOSTO DA EX DO MEU NAMORADO.

Isto é fato como o sol que nasce e se põe todo santo dia. Não gosto dela e ponto. Pra mim ela é fingida, anti-social, gelada. Também acho que aquele namoro que ela insiste em sustentar é só fachada. Coitado do cara que tá com ela. Pelo histórico que o cabra tem, só posso fazer uma declaração: esse nasceu pra sofrer por amor.

Não sei por que essa maldita me incomoda tanto. Acho que é porque volta e meia, ela anda atrás do meu namorado. Uma hora ela manda e-mail pra desejar um feliz aniversário totalmente descabido pra ele com coisas do tipo: “Me perdoe, mas eu não consigo falar com você…” “Ainda assim eu te desejo um bom aniversário…” “Dizem que o tempo cura as feridas…”. Ora ela manda e-mail pro antigo grupinho de estudo (which by the way: acabou junto com o namoro deles – CLARO!) tentando reatar a amizade, que anda com saudades e yadda yadda. Outra hora, ela coloca no blog umas letras de música meio sem sentido (ou seriam totalmente significativas? ¬¬) com versos que cantam um amor mal correspondido…

Araporra. Tá chato já.

O namoro de vocês já acabou. Não deu certo. E não foi por minha culpa que o namoro não deu certo. Foi culpa de vocês dois. Simplesmente porque vocês não combinam! São o oposto! Meu deus, que fácil era perceber isso. Qualquer um que convivesse com vocês dois seria capaz de perceber isso em dois tempos. Então pra quê toda essa cena? Pra quê viver se queixando de que você foi A traída, A largada? De que mentiram pra ti? Vai dizer que você não mentiu também? Vai dizer que durante aquele trabalhinho lá que você fez com o seu, na época, amiguinho (agora namorado)… vai dizer que ali naquele momento, ele não deu em cima de ti? E mais: vai dizer que você não gostou? Vai dizer que não correspondeu?!

Francamente.

Você só engana essas suas amiguinhas – tão falsas moralistas quanto você! Todo esse joguinho, essa ceninha de pobre coitada… isso não funciona comigo! Funcionou um dia, há muito tempo atrás, quando eu ainda não conhecia o seu cinismo. Foi naquele, e somente naquele, momento que eu tive pena de ti. Que eu me preocupei com os seus sentimentos. Hoje em dia, você não passa de uma fingida. Você, pra mim, é uma farsa. E eu… minha querida, definitivamente, eu não fui culpada pelo término de vocês. Eu fui um catalisador. Agente facilitador.

Oh God, I was not the disease. I truly was the one and only cure! ;)

E tenho dito.

Errar é humano… persistir no erro é burrice!

Mais um post, mais uma lamentação…

quiabolândia

Daí que eu tava trabalhando nesse projeto de pesquisa. E daí que eu já sabia que eles eram meio caloteiros. Já tinha trabalhado com eles no início desse ano e eles não tinham depositado as bolsas de ninguém (por isso o título do post de hoje). Foda… eu sabia que ia dar merda de novo. E mesmo assim, topei.

É uma corporação antiga, dirigida por pessoas antigas que ditam normas antigas. Vê se pode. Eles pedem um software (que, modéstia à parte, ia revolucionar a forma de eles trabalharem!) e querem ter o direito de pagar pelo software quando o bicho estiver pronto. Vê se pode? Vê se isso tem cabimento?

Assim não dá…

Agora vai explicar pra eles que o desenvolvimento de software de hoje em dia não é mais como o de antigamente, quando o programador sentava a bunda na cadeira e programava tipo uma noite inteira, sozinho, inspirado pelo alinhamento lunar com a 3ª estrela da constelação de Ursa Maior? (sim, isto é uma sátira. Eu não entendo PN de Astronomia…) A Engenharia de Software tá aí pra ser levada a sério. Como é que desenvolve um sistema legal se não se entende o que o cliente quer? Isso requer tempo. E o cliente… cara, cliente é a pior raça que existe no planeta. Chega a ser pior que taxista e motorista de ônibus. Mais respeito para com a fase de Engenharia de Requisitos, pelamordedeos!

Por todo esse desabafo é que eu digo e repito: não dá pra pagar o salário só no final, na entrega do produto. Então me digam como é que o analista sobrevive? Como dá pra viver trabalhando 4h/dia, durante não sei quantos meses sem receber nada? Oh God, será que sou eu a estranha aqui? Será que só pra mim que isso soa como um absuuuuuurdo?

Pausa pra um pequeno grande detalhe: esta que aqui vos escreve acaba de adquirir um singelo mimo. Um computador fudérico e, obviamente, carésimo. E agora? Como é que paga as prestações?

Ééééé, Saraaaaaaaaiva… preço… tudo na vida tem um preço… quem mandou querer fazer mestrado?!

Welcome back to the okraland! Tô lisa de novo! Mais lisa que uma plantação inteira de quiabo…

Ressentimentos de lado, a música de hoje é muito bonitinha. Baixei um cd da tal da JoJo (sim, eu gosto de ‘música dos mano’) e essa veio no meio.

JoJo – Let it Rain

Let it rain
Let it rain

From the first day I met ya
I notice your style
Had that B-Boy swagger not one of the crowd
And you talked like you knew me
Kept coming around and I fell for ya, yeah
Then as time kept going I notice somethings
Said our love kept growing
Wanted to runaway cause the situation’s in the past
Love never really last
Memories just had a hold of me

But I had to let go of the pain
Let love rain down on me (let it rain)
Cause you helped me open up my eyes
Show me things I could never see (let it rain)
Cause we can fight and we make up
Wanna see you when I wake up
I’m staying with you only (let it rain)
Cause I need you to show me how our love should really be (let it rain)

I use to wonder where were going
And where I wanted to be
Sitting alone all shocked up waiting for my destiny
Hearing songs on the radio wishing that could happen to me, oh no
Then when you came into the picture then I knew quickly
That we could build something so strong
Expect the best for the future
Forget about what used to be
I need you here all life long

But I had to let go of the pain
Let love rain down on me (let it rain)
Cause you helped me open up my eyes
Show me things I could never see (let it rain)
Cause we can fight and we make up
Wanna see you when I wake up
I’m staying with you only (let it rain)
Cause I need you to show me how our love should really be (let it rain)

Cause I see the sunlight whenever we touch
All day and all night is never too much (all that were how)
Afraid of my feelings and falling too deep
But everybodys had this happen one time or another
When you need someone to set your heart free

But I had to let go of the pain
Let love rain down on me (let it rain down down on me)
Cause you helped me open up my eyes
Show me things I could never see (let it rain)
Cause we could fight and we make up
I wanna see you when I wake up
I’m staying with you only (let it rain)
Cause I need you to show me how our love should really be (let it rain)

But I had to let go of the pain
Let love rain down on me (down on me baby)
Cause you help me open up my eyes
Show me things I could never see (let it rain)
Cause we can fight and we make up
Wanna see you when I wake up
I’m staying with you only (let it rain)
Cause I need you to show me how our love should really be (let it rain)

Let it rain
Let it rain
Let it rain

November rain…

November is such a terrible month for me. I have no good memories of it.

Today I’ll write about my last and bitter November.

lagrima.jpg

Antes de começar a escrever qualquer coisa, devo fazer uma observação. Esse contador anda subindo muito rápido. Será que alguém lê isso aqui?

Ok. Vamos lá. O mês de novembro está acabando e eu me sinto até bastante aliviada. Digamos que eu não guardo boas recordações deste mês maldito. E tudo começou no ano passado. Estava eu no meu último ano de faculdade, com a responsabilidade de escrever um tcc (cujo tema ainda não havia sido bem definido, by the way) e de manter um relacionamento à distância (beeeem distante).

Eis que eu faço a tal da dependência em Inglês. Até então eu não tinha feito a p*** da matéria porque pensava que ia conseguir creditar do curso que eu tinha terminado uns anos antes. O fato é que eu não corri atrás da papelada e fui protelando, protelando… quando eu vi, já tava no último ano e devendo a matéria. Tudo bem, me matriculo. Primeiro dia de aula, percebo que eu e minha amiga não somos as únicas “veteranas” na sala. Tem lá dois carinhas do curso, do penúltimo ano. Devo confessar que me senti mais tranquila por ver rostos familiares; calouros já me metem medo, sendo de Computação então… me deixam em pânico.

Os dias vão se passando e é inevitável. A amizade começa a crescer com os tais carinhas. O que antes eram apenas uns acenos no corredor viram conversas no MSN, trabalhos em grupo… em especial com um deles. E eu sabia desde sempre que ele era comprometido com uma garota. Eles estudavam na mesma sala e, obviamente, se agarravam pelos corredores da faculdade. E eu, claro, já tinha os visto centenas de vezes e achava que os dois faziam um casal até que… bonitinho.

A coisa começou a complicar quando as conversas do MSN se tornaram frequentes e evoluíram para conversas no telefone. Os assuntos eram os mais variados; ele era fofo, engraçado e muito charmoso. Sabe aquele cara que tem todo o jeito de conquistador? Era ele. E eu, né, que tava com o namorado lá na pqp, pensei “por que não? ;)”

Numa bela tarde de Outubro, eu passei por cima de todos os meus valores e fui à casa dele. Fiquei com ele assim sem sentir remorso algum. Muito pelo contrário, voltei pra casa querendo mais. E assim foi no dia seguinte. E no seguinte. Resultado, começamos a manter um relacionamento extra-conjugal. Arrumávamos formas e formas de nos encontrarmos. Até hoje me lembro de um dia que ele teve a cara de pau de ir pro cinema com as duas. A primeira sessão foi minha, a segunda foi dela. Eu sei, a situação era ruim demais. Era desrespeitosa e perigosa. E a minha intenção era essa mesma. Na minha cabeça, eu pensava: “Ah, vou pra Espanha em alguns meses… Tenho mais é que curtir meus últimos momentos de solteira ;)” E assim fomos levando.

O problema é que o esquema ficou sério. Os sábados chegavam e eu sentia ciúmes quando ele ia pra casa da tal namorada. E ele já planejava tudo, do tipo: ir pra casa dela no sábado pra poder ter o domingo livre pra mim. Por que ele não terminava com ela? Porque eu ia embora, né? Honestamente, se eu estivesse no lugar dele, não terminaria tampouco. Os dias passavam, até que no fim de Outubro, ele tomou coragem e terminou com a menina. E eu terminei com o espanhol.

A essa altura do campeonato, eu já estava envolvida demais a ponto de já ter desistido da Pós-Graduação, do casamento e de toda a vida que eu levaria na Espanha.

Nem preciso dizer que em casa, minha mãe pirou. E na faculdade, todos se voltaram contra o carinha (as amigas da namorada… natural, não?)

É nesse momento que entra o mês de Novembro. Depois que os dois terminaram, eu e ele tentamos iniciar um relacionamento, digamos, sério. Agora seria tudo às claras já que ninguém mais era comprometido. Teoricamente, as coisas seriam mais fáceis, mais legais, mais corretas, certo? Errado.

Tudo desandou. E desandou de uma tal forma que as duas semanas que se seguiram foram trágicas! Sim, já estávamos no mês de Novembro. Fatídico mês de Novembro. Tentávamos nos acostumar com essa nova vida, de namoro sério, de telefonemas para dar satisfação disso ou daquilo. Nem as idas à beira do rio (na universidade) eram as mesmas. O auge do declínio foi quando eu adoeci. Peguei uma virose dessas que aparecem sem quê nem porquê e somem da mesma forma. Passei dias em casa, muito mal, emagreci horrores. E não me senti protegida em nenhum momento por ele. Curiosamente, quem me ligava bastante na época era o espanhol. Como são as coisas…

Quando a virose passou, resolvi jogar um verde. Falei que queria conversar com ele pessoalmente. Em um relacionamento, quando uma pessoa diz isso pra outra, esteja certo de que é porque a conversa é séria mesmo. Ele se agoniou todo e perguntou o que tava me perturbando. Eu, na minha inocência, joguei mais um verde. Disse que achava que não éramos cúmplices o suficiente. Claro, eu esperava que ele fosse se desesperar! Como ele sempre fazia antes, quando eu ameaçava me afastar e acabar com nosso affair. Pra minha surpresa, no entanto, adivinhem! Ele concordou. E ainda disse mais! Disse que há alguns dias ele já vinha procurando a melhor forma de me dizer isso; que queria voltar pra ex.

Pensem vocês que meu mundo acabou nesse momento. Meu coração bateu acelerado. Eu fiquei enjoada. Faltou até o ar. Pra uma pessoa insensível como eu, que normalmente terminava com os namorados unicamente por estar cansada deles, isso é um baque. Pensei comigo: “É mais sério do que eu pensava. Estou muito apaixonada por ele. E agora ele quer a ex de volta”. Eu só conseguia pensar no que seria da minha vida a partir dali. Nas coisas de que eu havia abdicado por aquela aventura. E, claro, como toda mulher abandonada (juro, era a primeira vez que eu estava levando um fora!), não pude conter o requalque de perguntar por que ela e não eu. Honestamente, ela era tão sem graça… tão puritana… tão cheia de 9 horas… Tava na cara que eu combinava muito mais com ele!

A conversa foi na beira do rio, na universidade. Foi traumática. Eu chorei de soluçar. Pra sair dali, tive de ligar pro meu irmão ir me buscar. Por que nem pegar um ônibus eu conseguia. Foi horrível.

E pior que aquilo foram os dias seguintes. Eu me sentia vazia.

Engraçado. Acabo de lembrar que no mesmo dia que o carinha me dispensou, ele me ligou. Já era de noite. Ele chorou no telefone, dizendo que tinha pedido pra ex voltar. E que ela não tinha aceitado. O mais engraçado é que eu não consegui ser grosseira com ele. Eu nos meus dias de glória teria mandado o dito pro quinto dos infernos. Claro, sem esse eufemismo ;) Mas não foi isso que aconteceu. Eu consolei. Chorei com ele. Aconselhei. Não sei o motivo. E, sinceramente, não sei se fui otária. Só sei que ali, naquele momento, eu estava seguindo meu coração.

No dia seguinte, nós nos vimos. E ficamos. E eu voltei arrasada pra minha casa por saber que estava fazendo tudo errado. Mas eu não conseguia me conter. Já o amava. Não conseguia vê-lo sofrendo pela ex, por isso eu o ajudava. Quando ele chorava por ela no meu ombro, eu chorava com ele por dois motivos. Por ele ser cego e não enxergar que ali estava uma pessoa que o amaria com paixão pro resto da vida. E por ele estar sofrendo por alguém com quem ele não daria mais certo. Porque o tempo deles tinha passado. Por saber que ele só tava fazendo aquela confusão toda porque a guria tinha arrumado outro pretendente (rápida, não?) e ele não queria abrir mão do que era dele. Sabe quando a criança ganha um brinquedo novo, não quer mais brincar com o antigo, mas também não quer que outra criança brinque? Poisé. Era exatamente isso que acontecia. E eu via tudo com tanta clareza… E me entristecia vê-lo ali, naquela situação desastrosa.

É por isso que o mês de Novembro pra mim é tão terrível. Ele me remete a lembranças nada agradáveis e das quais eu tento me livrar até hoje e, pra falar a verdade, acho até que estou me saindo bem. O mês 11 deste ano foi bastante diferente. Hoje nós estamos juntos, felizes. Eu não duvido do amor dele. Nem tenho medo que ele faça comigo o que fez com a outra. E se um dia ele fizer, eu vou chorar, vou lamentar, vou terminar, mas vou seguir adiante. Todo mundo tem o direito de cometer erros, eu já cometi vários e não tô aqui pra julgar nem atirar pedra em ninguém.

É inevitável. Sinto uma leveza imensa sempre que acabo de escrever nesse blog. Terapia mais barata não deve existir :P

A música de hoje tem bastante a ver com o que houve no mês seguinte, em Dezembro. Mas isso fica pra um próximo post

More Than a Memory – Hoobastank

I’ve become tired of wasting my time
Thinkin’ bout choices that I’ve made
Cuz I can’t move forward while looking behind
The only thing I can do now
Is change the way that I used to be
Cuz now it seems crystal clear to me

Cuz you’re so much more than a memory
Cuz you’re so much more than a memory

It wasn’t fair for me just to go
And act like I knew what you’ve been through
Cuz I wasn’t there and I’ll never know
Couldn’t see from your point of view
But I’m doing all I can
For you to see that I understand
That I understand

You’re so much more than a memory
Cuz you’re so much more than a memory
So don’t close my door on what still can be
Cuz you’re so much more than a memory

Please don’t go cuz I finally know
That the past is gone
And I know that I was wrong
I was wrong

You’re so much more than a memory
Cuz you’re so much more than a memory
So don’t close the door on what still can be
Cuz you’re so much more than a memory

Please don’t go cuz I finally know
That the past is gone
and I know that I was wrong

Please don’t go cuz I finally know
That the past is gone
and I know that I was wrong
I was wrong…

« Entradas antigas